
Se você não esteve em Vênus nos último dias ( e isso será possível com o turismo espacial daqui uns anos), deve ter acompanhando as fábulas dos ex-namorados doidos-ciumentos- obsessivos-neuróticos-bandidos. Imagino que deve ter muita mulher grávida pensando em pôr o nome de Eloá na filha que está por vir, só pra dizer que sente muito pelo ocorrido.
Sabe o que eu acho desses casos escabrosos de assassinato que estão pipocando na mídia? Conversando com a minha tia visionária (uma jornalista maluquinha, diga-se de passagem), cheguei a algumas conclusões. Os homens, que antigamente pisaram tanto nas mulheres, fazendo-as de gato e sapato, não aceitam e assimilam a sua independência. Se acham o todopoderoso e partem para a pura psicose.
Onde já se viu namorando ditar qual roupa a namorada pode sair de casa na rua? Com quem ela pode conversar? Qual tipo de trabalho ela pode aceitar? Namorada ou refém? Ninguém é de ninguém (é um pensamento bem batido, mas que precisa urgentemente entrar na moda).
Como os homens não exercem tanto poder sobre elas como outrora, está na moda usar tortura chinesa, cárcere, chantagem, maldade e assassinato para conseguir alguma influência sobre a situação. É muito passional pro meu gosto. Aposto que flores, bombons e cartinhas poéticas são mais saudáveis, nénão? A coisa está ficando feia. Por isso que eu digo... “pense muito bem antes de pôr filho no mundo” e “tome muito cuidado em quem você deposita a sua frágil confiança”.

1 comentários:
Pois pensamos as mesmas coisas tb né. mas sabe que eu acho, um pouco da culpa tb são das mulheres, ou dos "reféns" (há homens tb nessa situação), pois geralmente a parte mais fraca, só vive isso, porque em grandes partes aceita e não se impõe desde o começo!
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